Gasolina e gasóleo sobem de novo na próxima semana

De acordo, com os cálculos realizados pela AWAY, com base nas informações de operadores no setor, vêm aí fortes aumentos nos combustíveis a partir da próxima semana. A gasolina simples 95 irá subir 2 cêntimos e o gasóleo simples deverá subir cerca de 1,5 cêntimos por litro.

De acordo com os dados da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), recolhidos a 14 de outubro, o preço médio do gasóleo simples é, à data de consulta, de 1,530 euros/litro (1,569 euros para o gasóleo especial), e o preço médio da gasolina simples 95 é de 1,726 euros/litro (1,745 euros para a gasolina 95 aditivada).

Depois do valor do Brent, referência internacional do preço do petróleo ter chegado perto dos 85 dólares o barril no passado dia 14 de outubro, é por demais evidente uma manutenção da tendência de subida do preço dos combustíveis.

Como fazer a regeneração do Filtro de Partículas

A regeneração do filtro de partículas (DPF) é especialmente importante nos motores a Diesel, pois quando um automóvel é conduzido frequentemente em trajetos curtos, sobretudo no inverno, com as temperaturas mais baixas, o motor não atinge a temperatura normal de funcionamento. Isto impede essa regeneração, levando à acumulação de resíduos que podem provocar danos no motor.

Comecemos por explicar o que é o filtro de partículas. Este elemento está instalado no sistema de escape e a sua função é reter as partículas danosas para a atmosfera – o filtro de partículas pode remover até 80% das partículas do escape.

O DPF retém fisicamente as partículas de fuligem e cinzas numa estrutura de malha ou rede no interior do filtro. Tal como em qualquer outro filtro, o filtro deve ser esvaziado com regularidade para manter o máximo desempenho. Ora, no filtro de partículas, o esvaziamento designa-se regeneração, sendo feito através da queima da fuligem retida a elevada temperatura até que a cinza retida seja residual.

Há dois tipos de regeneração normais: passiva e ativa (mais à frente falaremos da regeneração forçada). A decisão da unidade de controlo do motor de utilizar um dos dois tipos de regeneração está condicionada pelo cumprimento de condições rigorosas: combinação de temperatura do motor, velocidade e rotações por minuto (rpm). Assim, o motor tem de atingir a sua temperatura normal de funcionamento, a velocidade do veículo deve ser superior a 70 km/h e as rpm devem estar, no mínimo, a 2500. O nível de bloqueio do filtro determina o tempo da regeneração.

Regeneração passiva

Acontece habitualmente nas autoestradas, quando a temperatura do escape é elevada. Muitos fabricantes optam por utilizar a regeneração ativa porque sabem que muitos condutores não conduzem longos períodos em estrada aberta.

A regeneração passiva do filtro de partículas utiliza normalmente um aditivo DPF, sendo que alguns fabricantes utilizam um aditivo automaticamente adicionado ao combustível, o que sobe as possibilidades de acontecer a regeneração passiva. O aditivo permite que a fuligem seja queimada a uma temperatura mais baixa do que a necessária durante a regeneração ativa e está armazenado num depósito específico ao lado do depósito de combustível, sendo automaticamente misturado com o combustível sempre que o carro é reabastecido. O nível do aditivo é normalmente reposto nos serviços de manutenção.

Nunca deve ignorar a luz de aviso de que o aditivo necessita de reabastecimento, caso contrário é improvável que a regeneração seja bem-sucedida, o que poderá implicar a troca de filtro.

Regeneração ativa

A regeneração ativa acontece quando a capacidade de carga de fuligem no filtro atinge um limite definido (cerca de 45%). O veículo faz com que aumente a injeção de combustível na combustão e sobe a temperatura dos gases de escape no filtro de partículas, resultando na regeneração ativa, queimando a fuligem.

Se o processo estiver a meio quando o condutor desliga o carro, é provável que se acenda a luz de aviso do filtro de partículas, alertando o bloqueio parcial do filtro bloqueado. Para completar o ciclo de regeneração e apagar a luz, aconselhamos a conduzir cerca de mais 10 minutos a uma velocidade igual ou superior a 70 km/h e com as rotações acima de 2500.

Durante a regeneração ativa poderá observar o seguinte:

  • Ventiladores de arrefecimento em funcionamento;
  • Aumento da velocidade do ralenti;
  • Desativação automática do sistema Start/Stop;
  • Ligeiro aumento no consumo de combustível;
  • Cheiro diferente proveniente do escape;
  • Alteração do ruído do motor.

No entanto, algumas situações podem impedir a regeneração do filtro de partículas, às quais é preciso prestar atenção:

  • Viagens demasiado curtas que não permitam ao motor atingir a temperatura normal de funcionamento;
  • Alguns carros com filtro de partículas exigem óleo de baixo teor de cinzas e enxofre, por isso é importante ter o óleo correto;
  • Problemas com a admissão, combustível ou sistema de circulação de gases de escape podem causar combustão incompleta que vai aumentar a carga de fuligem;
  • Pouco combustível no veículo impede que a regeneração ativa aconteça. Por norma, é necessário cerca de 1?4 de depósito atestado;
  • É importante fazer as manutenções periódicas para não impedir a regeneração;
  • O depósito do aditivo deve estar cheio no nível indicado.

Nos casos em que a luz do DPF é ignorada e se continua a circular com o veículo a ritmo lento e utilizando start/stop, a fuligem continua a acumular-se no filtro até cerca de 75%. Nessa altura, deve acender-se outra luz de aviso e conduzir em alta velocidade já não será suficiente para resolver o problema.

Chegados a este ponto, há que forçar uma regeneração do filtro de partículas– um processo de manutenção implementado pelo fabricante para proteger o veículo, que só pode ser realizado por um concessionário ou por uma oficina. Sem a regeneração forçada, a acumulação de fuligem pode passar os 85%, obrigando à remoção do DPF para limpeza manual ou, até, para a sua substituição (e consequente despesa…).

Desde novembro de 2020 que os centros de inspeção estão a avaliar se os veículos (tanto a gasolina como a gasóleo) têm o respetivo filtro de partículas.

Fonte: Stand Virtual

Venda de automóveis cai 23% na Europa

Uma descida de 23,1% foi registada pelo mercado automóvel europeu no mês de setembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado. A diminuição foi influenciada, em grande parte, devido à falta de “chips” e iguala os registos do longínquo ano de 1995.

Segundo a Associação de Fabricantes Europeus, os dados refletem a “escassez de veículos causada pela falta de semicondutores”.

Entre setembro de 2020 e setembro de 2021, os principais mercados registaram baixas muito significativas: 25,7% na Alemanha, 32,7% em Itália, 20,5% em Itália e 15,7% na Espanha. Desde o início do ano foram vendidos mais de 7,5 milhões de automóveis. Contudo, esse valor corresponde a menos 500 mil unidades por comparação com o ano transato.

A procura de componentes tem sido muito elevada, até porque o recurso aos sistemas eletrónicos é cada vez mais abrangente na produção dos novos automóveis. Por outro lado, os fabricantes também estão numa situação de concorrência com outras indústrias que necessitam desses “chips”, desde os computadores aos telemóveis.

Em contraciclo, no acumulado deste ano e até setembro, o grupo VW obteve uma subida de 8,1 % nas vendas, enquanto a Stellantis registou 8,3%. A BMW-Mini registou um aumento de 10,9%, a Toyota 19,8% e a Volvo 7,4%. No entanto, a Renault baixou 6,5%, a Daimler 5,6%, a Ford 11,2% e a Nissan 12,4%.

Poderá o telemóvel provocar uma explosão enquanto está a abastecer?

É proibido usar o telemóvel enquanto abastecemos, mas não falta quem o faça. Até que ponto é mesmo perigoso violar essa proibição, e qual o risco real de haver uma explosão que mande tudo pelos ares?

Mesmo os condutores mais distraídos certamente já repararam na profusão de proibições associadas a uma visita à bomba de combustível. Entre as ordens afixadas destacam-se o “não fume” e o “não utilize o telemóvel”, entre outras recomendações. Mas será que falta algum aviso, provavelmente o que mais acidentes pode causar? Já lá vamos.

Ninguém, pelo menos no seu ‘perfeito juízo’, vai achar que é uma boa ideia fumar ou acender um cigarro enquanto enfia 50 ou mais litros de gasolina – o gasóleo é ligeiramente menos problemático – no depósito do seu carro. Caso o faça, é certo e sabido que pode destruir-se a si, ao seu carro e a todos os que estão na bomba de combustível. Bastando para tal que coexistam três condições: existir ar (e o oxigénio que contém), estar na presença de combustível (e não é preciso ser em forma líquida, pois os vapores libertados durante o abastecimento são mais que suficientes), e alguém fornecer uma fonte de ignição, quase sempre uma faísca. As três juntas são a receita ideal para o desastre.

Se o cigarro e o fósforo, ou o isqueiro, apresentam um perigo real, já o mesmo não acontece com o uso do telemóvel. É perseguido tal como o tabaco, mas o risco que representa não é tão real, pois a capacidade da bateria é mínima, da mesma forma que as forças electromagnéticas que gera são de pouca monta. Igualmente fracas, pelo menos em relação ao risco de gerar a tal faísca ou ponto de ignição, são as comunicações entre o telefone móvel e a antena mais próxima, que se realizam sob a forma de ondas de rádio, também elas um tipo de radiação electromagnética.

Em resumo, não é que seja impossível um telefone originar a tal faísca. Sucede que é muito pouco provável e não há casos conhecidos, ou confirmados, em que foi o telemóvel o culpado.

O grande risco a que ninguém liga

A principal origem de acidentes, enquanto se abastece, não vem do cigarro – apesar do perigo ser mais que evidente – e, muito menos, do telemóvel. Vem sim da electricidade estática, aquela normalmente produzida pela fricção, que garantidamente provoca uma faísca assim que nos aproximamos de um metal ou de qualquer condutor.

Já todos ficámos com o cabelo no ar depois de nos pentearmos ou tirarmos um gorro, ou ouvimos um click quando despimos certas camisolas de lã, e até já sentimos um choque quando apertamos a mão a alguém que calça sapatos isolantes, tipo ténis. Pois bem, o que nos põe o cabelo no ar é a electricidade estática e o tal click a faísca que pode fazer explodir o carro e a bomba de gasolina.

Normalmente, depois de viajarmos de carro durante um período de tempo, com o tronco e pernas em constante contacto com o revestimento do banco, e dos pés com o tapete, o corpo fica carregado de electricidade. Se tivermos sapatos com sola de borracha e o primeiro material condutor com que contactamos for a pistola da bomba de combustível, é aí que descarregamos a electricidade do nosso corpo, acumulada por fricção. E não há problema nenhum, pois a gasolina continua no gigantesco depósito da bomba, a vários metros de profundidade e não há vapor de combustível nas redondezas.

O risco de explosão acontece quando iniciamos o abastecimento e há vapor de gasolina a sair do depósito do veículo. Nestas condições, se voltarmos ao carro, nos sentarmos e mexermos lá dentro à procura de qualquer coisa, esfregando-nos aqui ou ali, ou até simplesmente vestirmos uma camisola, podemos voltar a ficar carregados electricamente. E é aí que, ao aproximarmo-nos de novo da pistola, para a desligar, por exemplo, que pode formar-se uma faísca entre a mão e o metal, que origina a explosão.

Truque para não acontecer? Limite-se a tocar no metal da porta, no tejadilho ou até mesmo no metal do corpo principal da bomba de combustível. Tudo para que esteja descarregado quando se aproximar da gasolina vaporizada junto ao bocal do depósito, que se pode incendiar mais facilmente do que julga. E mais rapidamente também. Se não há casos documentados de acidentes provocados por telemóveis, não faltam aqueles em que é a electricidade estática que redecora por completo a estação de combustível.

Dicas para escolher um carro

Por muito que gostemos de carros com um certo estilo ou características, será despropositado comprar um 4X4 se só andamos na cidade. Escolher o carro certo passa por avaliar o tipo de uso que lhe vai dar, por que sítios vai conduzir maioritariamente, em que tipo de estradas, e procurar um carro que tenha melhor desempenho nesse tipo de ambiente.

Pense também em pormenores como o tamanho da mala, o número de lugares e todos os outros pormenores que sejam relevantes, de acordo com o seu perfil e tipo de utilização que dará ao carro.

O tipo de combustível irá dizer muito sobre o valor que vai gastar no dia a dia, por isso quando comparar carros com preços diferentes pense também neste pormenor. Às vezes pode estar a comprar um carro mais barato, mas a médio ou longo prazo acabar por gastar mais dinheiro do que se tivesse comprado um carro mais económico.

Se o carro for usado, recolha todas as informações possíveis. Se não perceber muito sobre o assunto, faça-se acompanhar por alguém da sua confiança que saiba aconselhá-lo.

Não há nada como conduzir o carro que pretende comprar. É importante perceber como se sente a conduzir a viatura que tem em vista, porque pequenos pormenores podem fazer a diferença. E desta forma também poderá testar a capacidade e potência do carro.

O ideal é que conduza nas condições em que, por norma, pretende usar o carro. Teste a caixa de velocidades, os travões, a suspensão e, claro, o conforto.

Para ser perfeito e ter mesmo a certeza de estar a escolher o carro certo, leve um mecânico da sua confiança ao test drive, para que este lhe dê a sua opinião, caso o carro seja usado.

Para além de todos os critérios que mencionámos, para escolher o carro certo, sugerimos ainda que fale com alguém que perceba de carros, que tenha experiência de condução e, idealmente, que tenha ou já tenha tido o carro que está a pensar comprar. Estas serão as pessoas que melhor o poderão ajudar, dando-lhe uma opinião com conhecimento de causa.

Dicas para manter o seu carro como novo

Se gosta do seu automóvel e pretende vê-lo sempre com uma boa aparência e com um ótimo desempenho, saiba que existem formas de o ajudar a conservar a sua viatura. Conheça 35 dicas para manter o seu carro sempre novo e faça do seu veículo um exemplo a seguir.
Na manutenção de um automóvel, existem vários truques e dicas para manter um automóvel sempre novo:
1. Seja paciente na condução e adapte-se ao veículo. Para que o automóvel tenha uma boa prestação na estrada, é necessário que o condutor esteja adaptado ao seu veículo e que este responda da melhor maneira aos comandos do condutor. Dessa forma, o condutor deve ser ponderado e paciente na tomada de decisões na estrada.
2. Conduza com precaução todos os dias. Ao adotar uma condução defensiva, o condutor está a zelar pelo bem-estar do seu automóvel e este agradecer-lhe-á ao não avariar com regularidade.
3. Compre gasolina em estações de serviço confiáveis. Algumas estações de serviço não têm filtros de bomba, o que faz com que a gasolina seja mais suja. O condutor deve encontrar uma estação de serviço de confiança e manter-se fiel a ela, nem que o preço do combustível seja mais elevado.
4. Não coloque gasóleo/gasolina quando os tanques de combustível de uma estação de serviço acabam de ser atestados. Ao encher os tanques de combustível de uma estação de serviço, a turbulência gerada pela entrada do combustível faz com que se levantem todo o tipo de sedimentos e estes podem entupir o filtro do combustível e os injetores.
5. Mantenha a calma quando estiver com o veículo preso. Quando o condutor está preso com o seu carro na lama ou na neve, o ideal será manter a calma e não forçar a parte mecânica do automóvel. Se acelerar em demasia, ou se fizer muitas manobras, o veículo pode afundar-se ainda mais e pode estragar alguma peça do seu automóvel. O ideal, nestas circunstâncias, é balancear suavemente o automóvel de modo a conseguir libertar-se sem qualquer dano.
6. Alivie o peso do seu porta-chaves e conduza apenas com uma chave na ignição. Não é aconselhável reunir todas as chaves que tem, num único porta-chaves porque todo esse peso danifica a ignição de um automóvel e faz com que esta deixe de funcionar.
7. Faça médias de consumo com o automóvel. Mantenha um registo no porta-luvas com as médias dos consumos de combustível efetuados. Se verificar que o seu automóvel está a consumir mais do que o suposto, esse poderá ser um indicador que algo não está bem com o veículo.
8. Proteja o automóvel durante uma longa paragem. Se não vai utilizar o seu carro por mais de um mês deve-o guardar corretamente de modo a prevenir eventuais estragos no seu regresso. O condutor deve assim encher o depósito de combustível, para que o mesmo não ganhe ferrugem no tanque; desligar os cabos da bateria para que esta não fique descarregada; e lavar e encerar o carro para proteger o desgaste do exterior.
9. Substitua as borrachas de vedação que estão gastas. Se as borrachas de vedação do seu automóvel estão gastas e deixam que a água das chuvas entre no interior do seu veículo, a melhor solução será substituí-las o quanto antes.
10. Renove os estofos do automóvel. Se os estofos do seu automóvel apresentam uma cor e uma textura já desgastada, a melhor solução passa por renovar o seu visual. Ao mudar os estofos do seu automóvel, está a dar uma vida nova ao interior do veículo.
11. Proteja a tinta do carro dos raios ultravioletas e estacione o automóvel à sombra. A tinta de um automóvel é a primeira linha de defesa contra as adversidades meteorológicas e protege o veículo do aparecimento da ferrugem Dessa forma, deve ter muito cuidado com os raios ultravioletas, pois estes desgastam e corroem a tinta de um carro. Sempre que possível, deixe o veículo estacionado à sombra, numa garagem ou parque de estacionamento de forma a evitar a exposição prolongada ao sol.
12. Retoque as falhas existentes na pintura. Para proteger o seu automóvel deve corrigir e retocar todas as falhas que possam existir na pintura do mesmo. Assim, está a proteger o seu automóvel e está a impedir a oxidação dos metais.
13. Verifique o fluido dos travões. Deve apurar todos os meses o estado do fluido dos travões, assim saberá de antemão que os travões estão a funcionar a 100%. Deve ter em atenção que o fluido dos travões, ao estar em contacto com o ar, pode absorver a humidade e isso faz com que o fluido perca toda a sua eficácia.
14. Cuide dos travões anti-bloqueio do veículo. Um sistema de travões anti-bloqueio é sensível à humidade e esta pode arruinar o sistema de ABS e romper as linhas de travões pelo seu interior.
15. Cubra com fita adesiva os encaixes das lâmpadas partidas. Quando um farol ou uma luz está partida deve-a corrigir no imediato. Caso não consiga, é aconselhável cobrir com fita adesiva os encaixes das lâmpadas partidas, pois assim impede que esse compartimento se encha de água e humidade.
16. Evite problemas na fixação de uma luz. Ao substituir uma lâmpada de um veículo, deve ter especial atenção se o compartimento está bem limpo antes de instalar a nova lâmpada.
17. Conserte os arranhões existentes no para-brisas do carro. Quando o automóvel apresenta uma fenda no para-brisa, o condutor deve-o levar imediatamente a uma oficina de reparação de para-brisas. Ao fazê-lo está a impedir a substituição total do para-brisas e com isso estará a poupar muito dinheiro.
18. Conserte o depósito da água do para-brisas. Com o avançar da idade é normal que o depósito do para-brisas apresente alguma fuga ou que esteja partido. Deve arranjá-lo de modo a nunca comprometer a sua visibilidade durante o ato de conduzir.
19. Não exceda a capacidade de peso de um veículo. No manual do veículo consta o peso máximo que o veículo pode carregar. Dessa forma, nunca deve exceder a carga máxima recomendada pois assim todas as peças automóveis estarão a sofrer um maior desgaste e a sua substituição será inevitável.
20. Mantenha sempre à mão um cobertor velho. Nas situações em que necessita de transportar algum material no teto do seu automóvel (malas, bicicletas, entre outros) é aconselhável que coloque um cobertor entre a carga e a pintura do carro, de modo a evitar o aparecimento de arranhões.
21. Amarre a carga da forma mais segura possível. Ao transportar uma determinada carga, o condutor deve amarrá-la da forma o mais fixa possível. Assim estará a impedir que a carga balanceie contra o carro e que faça todo o tipo de amolgadelas e arranhões.
22. Inspecione o estado dos guarda-lamas do veículo. Trata-se de um dos acessórios mais frágeis de um automóvel, no entanto, é também um dos mais importantes porque impede que a água e a lama entrem no motor do automóvel.
23. Encha o depósito do para-brisas com líquido de lavagem. Ao encher o depósito do para-brisas, deve utilizar apenas líquido de lavagem para ficar com o para-brisas a brilhar. Ao colocar água no depósito de água do para-brisas, a mesma pode congelar durante o inverno e isso não é aconselhável.
24. Encere o automóvel de forma a proteger a sua pintura. Encerar um automóvel é uma tarefa que exige muito trabalho, contudo, a cera é um material indispensável na proteção da pintura de um carro. A cera permite retardar a oxidação de um veículo e possibilita a formação de uma barreira contra os excrementos dos pássaros e da poluição.
25. Dê ao carro uma nova pintura. Se verificar que o seu carro está muito desgastado, a melhor solução será pintá-lo de novo. Assim estará a protegê-lo contra a corrosão e estará a zelar pelo seu conforto e bem-estar.
26. Nunca coloque as suas ferramentas em cima do carro. Se está a planear fazer qualquer tipo de arranjo no seu veículo, não deve colocar as ferramentas em cima deste, pois o risco de arranhar o automóvel é muito elevado. Não arranje uma coisa e estrague outra.
27. Avalie o estado das mangueiras do veículo. A cada dois meses, um condutor deve levantar o capô do seu veículo e verificar qual o estado das mangueiras do automóvel. Deve fazê-lo quando o carro está frio e desligado. Caso detete alguma mangueira partida, demasiado rija ou a fazer barulhos esquisitos, deve substituí-la imediatamente.
28. Ligue o ar condicionado no inverno. Para manter o seu ar condicionado em condições para a próxima estação quente, o condutor deve ligá-lo durante o inverno. Assim, o fluido refrigerante estará a circular e vai manter os selos macios e maleáveis.
29. Verifique a tensão exercida pelos cintos de segurança. Os cintos de segurança devem ser testados regularmente para ver em que estado está a tensão por eles exercida. Quando os cintos estão apertados demais, isso pode conduzir ao desgaste suplementar de outros componentes e acessórios, como o compressor do ar, a bomba de água, a bomba da direção assistida, entre outros.
30. Tenha em atenção a bateria do carro. Deve verificar regularmente o estado da bateria de modo a aumentar a sua vida útil e evitar que a mesma fique em baixo quando, geralmente, uma pessoa mais precisa. O condutor deve apenas manter a bateria limpa, limpar os parafusos da mesma e ver se está danificada.
31. Saiba que algumas baterias necessitam de água. Se a sua bateria tem tampas, deve retirá-las para ver em que estado se encontra o nível dos eletrólitos. Se o nível do eletrólito estiver abaixo das placas da bateria, o condutor deve acrescentar água destilada até repor novamente os níveis.
32. Proteja sempre a bateria de um automóvel. Se, inadvertidamente, desligar o automóvel e deixar as luzes ligadas, a bateria do seu carro vai ficar descarregada. Para que tal não aconteça, o condutor deve ter o máximo de atenção de forma a economizar a vida útil da bateria do seu veículo.
33. Sele um radiador permeável. Deve proteger o bom funcionamento do radiador do seu carro e, caso necessário, deve selá-lo de modo a impedir que exista alguma fuga ou vazamento.
34. Verifique a direção do líquido de alimentação. Todos os meses, quando o carro ainda está quente, é necessário ver a direção do líquido de alimentação. Se o nível for baixo, é fundamental inspecionar o estado das mangueiras e das bombas para ver se existe alguma fuga.
35. Escolha uma boa seguradora automóvel. Por vezes, por mais cuidadoso que um condutor seja, os acidentes são inevitáveis e acontecem. Dessa forma, deve ter um seguro automóvel que cubra as despesas e assuma as suas responsabilidades.